Quando eu tinha meus 8 anos, fui até São Paulo e conheci o Playcenter. Lá eu descobri a Eva, uma boneca gigante de fibra de vidro. Andando por um túnel dentro da boneca, vÃamos e ouvÃamos “uma incrÃvel aula sobre corpo humano” narrada em alto-falantes…

Foi interessante porque ficou mais fácil aprender nas aulas de Ciências do primário. Aliás, parece que existe uma nova versão do mesmo brinquedo, maior e com mais avanços tecnológicos:

Essa experiência é acessÃvel a uma boa parte da população brasileira. Mesmo assim - e obviamente - existem coisas mais legais para enxergar dentro do corpo humano. Por exemplo, bem menos pessoas terão acesso - ou estômago - para assistir à Bodies - The Exhibition que roda o mundo e esteve há poucos meses no Brasil.
[ Imersão 4D ]
Que tal o projeto CAVE da Universidade de Calgary, em que imagens do corpo humano são projetadas em um cubo que simula um holograma 3D? Como o objeto se move no tempo, é o primeiro modelo orientado a objeto do corpo humano visÃvel em realidade virtual (full-4D).

Em breve, a equipe de pesquisa promete a interação através do tato e audição, quando será possÃvel sentir e ouvir as artérias e órgãos dentro do simulador 4D. Mais fotos do projeto estão aqui.
[ E por que isso virou assunto de post? ]
Vejam só as entidades que financiam o projeto:
- ASRA e Alberta Prion Research Institute, ambos controlados pelo governo de Alberta, Canadá
- Fundação Canadense para a Inovação (ONG de apoio à inovação)
- o Instituto Nacional de Saúde americano (NIH)
- a Sun Microsystems, com servidores e equipamentos de computação gráfica
É a parceria público-privada dando certo… no Canadá. Você conhece projetos similares no Brasil envolvendo uma parceria similar em prol da humanidade, e não de um fabricante, fornecedor ou marca? Por favor comente e divulgue! ![]()